Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Partilhar, partilhando

Aqui falo de coisas minhas e coisas que vou vendo ou vou sabendo. O que gosto e o que não gosto. Falo de tudo e de nada!

Partilhar, partilhando

Aqui falo de coisas minhas e coisas que vou vendo ou vou sabendo. O que gosto e o que não gosto. Falo de tudo e de nada!

Uma semana de férias no Centro do País - Lago Azul

O concelho de Ferreira do Zêzere tem várias praias fluviais resultantes da albufeira da Barragem de Castelo de Bode. Uma das mais visitadas é a Praia Fluvial da Castanheira ou Lago Azul como também é conhecida. É uma das atracções daquela zona do país. E fomos lá passar parte do dia. 

Ali existem vários desportos náuticos desde passeios de kayak, gaivota ou até mesmo a prática de windsurf. Tem uma piscina fluvial flutuante com vigilância e posto de primeiros socorros. Tem também um bar restaurante que serve de apoio à piscina. Na zona existem vários locais para alojamento, alguns ficam mesmo à beira do lago. Um lugar lindo a visitar.

Fiquem bem.

Mary S. 

IMG_0006.JPG

poster entrada.JPG

IMG_0010.JPG

 

Uma semana de férias no centro do país - Dornes

Ficámos uns dias alojados em Ferreira do Zêzere para a partir daí explorarmos vários sítios que queríamos há muito conhecer ou a que queríamos voltar. Um dia foi dedicado a conhecer Dornes, uma aldeia ribeirinha que fica à beira do lago formado pela barragem de Castelo de Bode. Almoçámos peixe do rio e demos um belo passeio de barco. Vale a pena. A terra é pequena mas muito bonita. Ficam algumas fotos, espero que gostem e que fiquem com vontade de ir até lá.  É uma zona lindíssima e mais uma vez chamo a vossa atenção, porque não é suficientemente divulgada e vale a pena conhecer. A seguir irei mostrar o Lago Azul também na mesma zona.

Fiquem bem.

Mary S.

IMG_0007.JPG

 20150617_112959.jpg

 20150617_110423.jpg

20150617_122659.jpg

 20150617_121044.jpg

 

 

 

Uma semana de férias no centro do país - Castanheira de Pera

Continuando a contar sobre a nossa semana de férias no centro do país. Saímos de manhã do hotel em Pedrógão Pequeno e passámos pela Barragem do Cabril, depois Pedrógão Grande e fomos ainda à Praia Fluvial do Poço de Corga. Junto a esta praia existe um carvalhal centenário, um lugar de belas sombras e muito aprazível, tem um parque de merendas e o Museu “Lagar do Corga”, um antigo lagar de azeite movido a energia hidráulica.  

 

Praia fluvial Poço de Corga.jpg

   

Depois de Poço de Corga, fomos para Castanheira de Pera, para a Praia das Rocas, destino há muito escolhido pelos mais novos por causa da piscina de ondas. Divertiram-se bastante com as actividades que podem ali ser praticadas. Foi um dia em cheio para eles. 

Ao final do dia saímos pela agora tão falada Nacional 236-I em direcção a Figueiró dos Vinhos, o nosso destino era Ferreira do Zêzere que iria ser o nosso quartel general por uns dias. 

Fiquem bem.

Mary S.

 

20150616_104331.jpg

 

 

Uma cama vestida de branco

 

Linda-Roupa-de-Cama-Branca.jpg

 

Ontem falei aqui de alfazema, porque andei a apanhá-la para pôr nos saquinhos que costumo ter nas gavetas da roupa de cama. Mas hoje venho falar de roupa de cama propriamente dita. 

No Verão, sobretudo depois de alguns dias de temperaturas elevadas a minha casa costuma ficar mais quente e torna-se difícil adormecer. É nestas alturas que faço sempre a minha cama com lençóis e fronhas brancas. Acho que fica mais fresca. Pelo menos a mim dá-me essa sensação. Por acaso já experimentaram?

Gosto muito de uma cama vestida de branco e hoje no Centro Comercial vi um conjunto lindo que me deixou rendida, mas a verdade é que não tinha ido lá para comprar lençóis, as compras eram outras, mas estive vai não vai. Tenho que me conter um bocado no que toca a roupa para a casa. É que tenho verdadeira paranóia.

Fiquem bem.

Mary S.

 

(foto Pinterest)

A apanhar alfazema

 

20170720_192752.jpg

 

 

Se há coisa que gosto é do cheiro da alfazema. Costumo tê-la em saquinhos dentro das gavetas onde guardo a roupa de cama.

Lençóis lavados e perfumados é uma sensação muito agradável, se o cheiro for a alfazema para mim ainda é melhor.

Por sorte há bastante perto de minha casa e hoje andei a apanhar porque as flores estão a começar a secar. Está na altura.  Todos os anos substituo a que tenho nos sacos por nova, assim o aroma vai-se sempre mantendo. 

Fiquem bem.

Mary S.

Um mar roxo a perder de vista

As cores do Alentejo.JPG

 

Espaço a perder de vista, imenso e plano até onde a vista alcança. Ao fundo no horizonte o nosso olhar já não consegue distinguir as formas. Ficam difusas de tão distantes.

É por isso que gosto das planícies. Lembram-me o mar. Nele a água, aqui a terra.

Este mar de terra tem múltiplas mudanças. Pode ser vermelho de papoilas, amarelo dourado do restolho do trigo, verde quando as ervas despontam, branco ou amarelo de malmequeres ou pode ser roxo, como o vi e registei neste dia lá para o lados da Aldeia da Luz.

 

Fiquem bem.

Mary S.

 

Uma semana de férias no centro do país - Sertã e Pedrógão Pequeno

Continuando. Depois da paragem no Pico da Melriça em Vila de Rei, seguimos em direcção à Sertã onde iríamos almoçar.

 

20150615_125204.jpg

A vila é atravessada pela Ribeira da Sertã. É uma zona muito bonita, ajardinada, com muita água e arvoredo. Existe uma praia fluvial e a Ponte Filipina da Sertã, também conhecida como Ponte da Carvalha. É uma ponte com seis arcos de estilo romano, mas construída durante o domínio Filipino e atravessa a ribeira, ligando a parte nova à zona mais antiga da vila.  

20150615_125556.jpg

Alguns membros da família ao almoço quiseram provar os célebres Maranhos que são muito característicos da região. São enchidos frescos confeccionados com recheio de carne de borrego ou de cabrito, a que se junta presunto, arroz, vinho, azeite, alho e ervas aromárticas, em especial a hortelã. São servidos cortados às fatias, acompanhados por grelos de nabo ou de couve. 

maranho-1.jpg

Maranhos 

Depois de almoçar partimos em direcção a Pedrógão Pequeno, pois iríamos ficar num hotel que fica no cimo do Monte da Senhora da Confiança. No local existe uma capela dedicada à santa e onde anualmente em Setembro se realiza uma das romarias mais antigas da região. É um bom local para fazer de quartel general e dali partir à descoberta das aldeias de xisto, da floresta e das várias praias fluviais.  

IMG_20150615_151024.jpg

 

O Pavilhão Tailandês do Jardim de Belém

O Pavilhão Tailandês que se encontra no Jardim Vasco da Gama em Belém, parece ter saído de um conto das mil e uma noites. Foi inaugurado no dia 21 Fevereiro 2012 pela princesa herdeira do trono da Tailândia, Maha Chakri Sirindhorn que o ofereceu à cidade de Lisboa, para celebrar os 500 anos de amizade entre a Tailândia e Portugal. 

Em 1511 o navegador português Duarte Fernandes chegou a Ayuthaya, capital do Reino do Sião e foi recebido na corte do rei Ramatibhodi II, dando assim início a uma aliança que se mantém até hoje.

O pavilhão é uma construção tradicional em madeira de teca revestida a folha de ouro e vitrais brilhantes. Tem a particularidade de na sua construção, não ter sido utilizado um único prego ou parafuso, foi todo montado com encaixes na madeira.

O seu autor é o arquitecto Athit Limmu que demorou três meses a conceber o projecto e a estrutura demorou 6 meses a ser construída na Tailândia, tendo sido transportado por via marítima até Portugal.  A estrutura dourada com quatro aberturas, inspira-se na "Cidade dos Anjos", Banguecoque e no Mosteiro dos Jerónimos. O telhado do pavilhão está revestido com placas que lembram a pele de um dragão ou as escamas de peixe, os pináculos são anjos estilizados. A parte inferior em tons de verde, é inspirado nas ogivas dos Jerónimos. A cor dominante é como não poderia deixar de ser, o dourado.  

Este pavilhão que se encontra inserido num amplo espaço verde, marca a diferença pelo seu exotismo. 

Fiquem bem.

Mary S.  

20161009_105008.jpg

 

Uma semana de férias no centro do país - Vila de Rei

20150615_115933.jpg

 Vista do Pico da Melriça - Vila de Rei

 

20150615_115829.jpg

Marco que assinala o Centro Geodésico de Portugal Continental

 

Fomos há dois anos uma semana de férias para a Zona do Pinhal Interior Norte. Concretamente para os concelhos que foram tão devastados com os brutais incêndios. É uma forma de mostrar que a região é muito bonita e que vale a pena conhecer. Como referi no primeiro post sobre o tema, saímos de Lisboa rumo a  Abrantes e daí partimos em direcção a Vila de Rei. 

Queríamos ir ao Centro Geodésico de Portugal Continental. Vale a pena deixar a estrada principal e subir ao cimo do Pico da Melriça. A vista é a que está na foto, com Vila de Rei ao fundo.

Daqui seguimos para a Sertã. Onde fomos almoçar. Fica para o próximo post. 

Fiquem bem

Mary S.

Ao pé do Tejo

20161016_173524.jpg

 

Gosto de estar à beira-rio. Os primeiros minutos são para encher os olhos de Tejo. Depois, é suposto ficar sentada a ler. 

Abro o livro. 

O rio tem vida. Muitas vidas. Aproxima-se um navio que abandona Lisboa, rumo a um porto que não sei. 

Fecho o livro. 

A imaginação voa. Para onde irá, qual será o próximo porto? Imagino-me lá dentro, dizem que é um espectáculo para os olhos a saída da barra, mas também dizem que ainda é mais espectacular a entrada triunfal na nossa linda cidade. Dizem, porque na verdade não sei. 

Abro de novo o livro.

Deixo de pensar no grande navio que se afasta em direcção ao mar. Antes de recomeçar a leitura, reparo ainda no rasto de ondulação e espuma que vai deixando para trás. E o rio que estava calmo, ficou mais agitado. 

Fiquem bem. 
Mary S.