Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Partilhar, partilhando...

Falo de coisas minhas e coisas que vou vendo ou vou sabendo.

Partilhar, partilhando...

Falo de coisas minhas e coisas que vou vendo ou vou sabendo.

05
Out19

É próprio da Vida


Partilhar, partilhando..

A existência do comum dos mortais é feita de coisas boas, menos boas e outras, demasiadas por vezes, que são verdadeiramente más. A Vida no entanto, lá vai seguindo o seu curso, feito deste misto de alegrias e tristezas, de gostos e desgostos.  Como se costuma dizer.

É próprio da vida.

Devemos aproveitar todos os momentos e agradecer a uma entidade qualquer em que se acredite, uns poderá ser ao seu Deus, outros talvez à Mãe-Natureza, o facto de estarmos vivos e com saúde e ter os que amamos junto de nós. Se nos deixarem e nem sempre deixam, porque não são dadas condições,  o percurso da nossa Vida, se colocado no prato da balança, este deveria pender naturalmente para o lado positivo. Problemas e preocupações temos sempre, mas devemos ter força para reagir e enfrentar as adversidades. Não sabemos a coragem e resiliência que temos. Só quando somos postos à prova. Por isso muitas vezes, tantas vezes felizmente, ao longo da nossa Vida, saímos vencedores. Outras vezes perdemos, quando somos confrontados com situações que são demais para a nossa condição humana. 

É próprio da Vida. 

 

23
Dez18

A todos um Bom Natal....


Partilhar, partilhando..

20071222181410228.gif

 

O tempo livre nos últimos dias tem sido pouco, razão porque não tenho publicado, nem tenho visitado os blogs que sigo.

Quero desejar a todos os bloggers, mas em especial aos que me seguem e costumam deixar os seus comentários, os meus votos sinceros de um Natal Feliz. Que passem esta quadra junto dos seus, com saúde, harmonia e amor. 

A todos um Bom Natal.

Fiquem bem.

15
Dez18

Celebrações em família


Partilhar, partilhando..

Decoração 2.jpg

 

Todas as famílias têm os seus segredos. De entre eles estão os ligados à culinária, que vão sendo passados aos que cresceram habituados a saborear as delícias. Quantas vezes ouvimos falar em pratos principais ou doces, que ninguém fazia melhor que a avó ou a mãe. Acontece muito, sobretudo nas comidas do tempo de Natal.

É comum ouvir falar no sabor único do cabrito,  no recheio do perú, no caldo verde, no arroz-doce, no leite creme ou nas filhoses. Sabores que gravamos na nossa memória como únicos, tendo a ver sem dúvida, com a qualidade da confecção, mas também por estarem associados a momentos passados em família, que fazem parte das nossas melhores recordações.

Em muitos casos esses momentos, tal qual nos lembramos, já não podem ser integralmente repetidos, porque a vida não se compadece. Restam-nos as recordações e uma forma de homenagear quem falta à mesa, é falar neles, rir até do que diziam ou faziam nesses dias de convívio e esforçarmo-nos para que, as actuais celebrações em familia sejam o mais possível semelhantes às da nossa memória.

Fiquem bem.

 

13
Dez18

As Canções de Natal


Partilhar, partilhando..

 

Gosto desta canção de Natal, não pela letra que é tristonha. A Mariah Carey pede um único desejo, o seu amado. Não sei se foi atendida na altura, mas não deve ser fácil para o Pai Natal carregar presentes tão pesados. Coitado do velhote, nem sei se teria logística para isso. Se fosse hoje, ela em vez de pedir-lhe o baby era capaz de pedir para voltar a ter o peso e o corpo que tinha nessa altura. Já lá vão uns bons anos e a diferença é grande. 

Mas a música é que me interessa, por ser alegre e muito contagiante.  Gosto de a ouvir no carro e fazer coro. Dizem que, quem canta seus males espanta. Ajuda-me a afastar a nostalgia que sempre chega por esta altura.

Fiquem bem.

 

12
Dez18

Fazer os fritos....


Partilhar, partilhando..

Fritos de abóbora.jpg

 

Todos os anos quando começa o frio e o Natal está próximo, tenho vontade de comer os doces tradicionais da quadra. Não resisto a pedir para acompanhar o café, uma Fatia Dourada, uma Azevia ou um Sonho. Hoje lembrei-me de como me teria sabido bem ao lanche, uns Sonhos de Abóbora que a minha mãe fazia. Na minha região chamamos-lhes apenas, Sonhos ou Fritos.  

Era costume passar a noite da Consoada a ver a minha mãe fazer os Fritos. Começavam a ser feitos à noite e como demorava bastante até que ficassem prontos, havia trabalho pela noite fora. Depois dos ingredientes misturados, a massa era batida como se fosse pão, num alguidar de barro vidrado, o alguidar dos fritos, porque só era usado para esse fim. Quem batia a massa convinha que tivesse força de braços, para que esta ficasse muito leve.  A seguir cobria-se o alguidar com um pano branco e por cima abafava-se com um cobertor.

A massa ficava a levedar ao lado da chaminé, a zona mais quente da cozinha, porque as noite eram muito frias. Daquelas, que ao abrir a porta de manhã, víamos as plantas brancas de geada e a água do tanque à superfície, transformada em vidro. 

Passado algum tempo, que a mim me parecia sempre uma eternidade, a minha mãe começava então a fritar, os Fritos. Eu só entrava ao serviço, para os passar na mistura de açúcar e canela. Era então que dava largas à imaginação, encontrando-lhes semelhanças com pássaros, cães e patos. Semelhanças que a maioria das vezes ninguém via, mas via eu. 

Fiquem bem. 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Calendário

Outubro 2019

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031

Blogs Portugal

Visitas de fora

Flag Counter