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Falo de coisas minhas e coisas que vou vendo ou vou sabendo. O que gosto e o que não gosto. Falo de tudo e de nada!

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30
Out18

Sempre existiram alienados


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O Outono finalmente parece ter chegado. É um facto que se esqueceu do seu tempo. Em Outubro, o meu mês, já costumava estar instalado e com todo o seu esplendor. Não aconteceu este ano, as árvores ainda não estão totalmente vestidas com as cores do Outono, uma das razões porque gosto desta estação do ano. Estão ainda numa mistura de folhas verdes e folhas amarelecidas. Estranho.

O tempo está a mudar e muito rapidamente, dizem os cientistas. Eles dizem e na verdade todos estamos já a sentir os efeitos e as transformações que as alterações climáticas terão para a continuidade da existência de vida no nosso planeta.

Há no entanto quem negue esta realidade, mas o que se pode fazer? Sempre existiram alienados.

Fiquem bem.

 

29
Out18

O mítico "Els Quatre Gats"


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O bar-restaurante "Els Quatre Gats", fica no Carrer de Montsió 3, no Bairro Gótico em Barcelona. Faz parte dos locais que não podemos deixar de conhecer, quando se está de visita à capital da Catalunha. O restaurante existe desde 1897 e foi o arquitecto Puij i Cadafalch que criou o espaço, que hoje ainda se encontra tal como foi concebido. Desde que abriu portas, muitos artistas e escritores de Barcelona e de outros pontos de Espanha, aqui faziam paragem obrigatória. É considerado um símbolo do modernismo de Barcelona, por ser o ponto de encontro de muitos artistas ligados a essa corrente artística. Picasso que era frequentador do restaurante, fez aqui a sua primeira exposição. 

Para além de ficarmos a conhecer este lugar mítico, podemos aproveitar para disfrutar da autêntica cozinha tradicional catalã. Os preços são acessíveis. Foi o que fiz e gostei bastante. 

Fiquem bem.

 

28
Out18

Fui a ares para Barcelona


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Estive uns dias sem aparecer neste lugar de escrevinhações pessoais, onde, quando estou motivada costumo escrever diariamente o que me vai na real gana. Sou da plebe, mas a minha gana é real. Continuando, acredito que ninguém deu pela minha falta. E fazem bem, porque isto aqui não interessa muito. Vale mais consumirem o vosso tempo pelos blogues sérios.

Mas sempre vos digo que fui a ares para Barcelona. Há uns cinco meses vi uma viagem barata de ida e volta e com umas milhas que tinha para descontar, acabou por me ficar por quarenta e cinco euros. Maravilha, mas quanto ao alojamento é que a porca torceu o rabo.Tentei arranjar um hotel acessível, mas qual quê, o alojamento em Barcelona está pela hora da morte. Andei a pesquisar e acabei por escolher um, junto da Praça da Catalunha, muito central, vi depois que era mais velho que a Sé de Braga e não tinha condições para o valor cobrado. Achei um roubo, mas o que fazer, não podia ir dormir para os bancos das Ramblas. Os "mossos d'esquadra" certamente não iam permitir.  

Esta relação preço-qualidade, é o reflexo do turismo em massa. E ainda nós dizemos que temos muitos turistas, por momentos pensei que estava na Ásia. Nem por ser em finais de Outubro as coisas estavam mais calmas, imagino o que será em Agosto. De fugir! Por Portugal estar na moda, desejo que não cheguemos  a este exagero. 

Quanto ao que lá me levou, sempre direi que valeu a pena. Queria ver o mais possível da arquitectura de Gaudí, e fiz o que me sugeriram e que aconselho, comprei as entradas através da Internet. Podemos escolher o horário pretendido e realmente funciona. Não ficamos sujeitos a chegar às bilheteiras, para ouvir dizer que para aquele dia já não é possivel, ou então, perder muito tempo nas imensas "colas". Também comprei bilhete de ida e volta do Aerobus pelo mesmo sistema. 

Agora que já cheguei, vou voltar a escrever regularmente, tenho histórias que julgo serem interessantes desta ida a Barcelona.

Fiquem bem!

 

24
Out18

Uma história de chá e laranjas


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O chá é originário da China e foi introduzido na Europa pelos portugueses no século XVI. Sabemos que foi a Infanta de Portugal D. Catarina de Bragança, filha do rei D. João IV e de D. Luisa de Gusmão, que levou o hábito do chá das cinco, o "five o'clock tea" para a corte inglesa, porque casou com o rei Carlos II de Inglaterra. Bebia diariamente o chá, acompanhada pelas suas damas de companhia, que a tinham acompanhado desde Portugal. Vivia muito isolada porque nunca se sentiu aceite na corte, por não ter filhos e por ser católica. 

Mas D. Catarina deixou outro costume ainda seguido em terras de Sua Majestade, a compota de laranja, que os ingleses chamam erradamente “marmelade”. Em Portugal a marmelada não tem nada a ver com doce ou compota de laranja, pois é feita com marmelos, um fruto de Outono que por acaso já falei aqui num post anterior.

Diz-se que D. Catarina recebia com regularidade cestas de laranjas de Portugal, que lhe eram enviadas por sua mãe, mas algumas não chegavam nas melhores condições a Inglaterra. Ela que conservava o costume bem português de fazer doces e compotas, diz-se que fazia compota de laranjas amargas para as damas suas inimigas que viviam na corte, em especial as concubinas do rei, seu marido, e compota de laranjas doces para as suas damas de companhia e amigas.  Era uma pequena vingança.

Fiquem bem.

 

 

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