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06
Nov18

Sardinhas para o pequeno almoço


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Sardinhas-Doces-de-Trancoso.jpg

 Foto: www.mysweetportugal.com 

 

Não estou a falar de sardinhas mesmo, das que são pescadas no nosso mar e que a maior parte das vezes costumamos comer assadas, por volta do mês de Junho e durante todo Verão. Não, estas são uma especialidade de Trancoso, são confeccionadas a muitos quilómetros da nossa costa. Estou a falar das Sardinhas Doces de Trancoso, um doce conventual que teve as suas origens no século XVII no Convento de Freiras da Ordem de Santa Clara de Trancoso. São feitas com massa tenra que depois de bem trabalhada, é estendida, cortada em pequenos rectângulos que a seguir são recheados, dobrados e fechados na forma de sardinha. O recheio é feito à base de ovos, amêndoas, açúcar e canela. Depois de fritas são envolvidas numa cobertura de chocolate e polvilhadas com açúcar.

Porque é que hoje me lembrei de falar em sardinhas doces e em Trancoso? Porque vou dentro de dias à Beira Alta e vou conhecer esta terra secular, uma antiga vila medieval, que foi elevada a cidade em 2004. É uma terra amuralhada, com um castelo milenar fundado nos séculos VIII-IX, que ainda conserva as portas de entrada e ruas medievais, onde podemos ver os símbolos da importante comunidade judaica que outrora ali viveu. Terra mais antiga que Portugal, a que os nossos primeiros reis atribuíram sempre grande importância pela sua posição estratégica. Foi aqui que se realizou o casamento de D. Dinis com D. Isabel de Aragão, a Rainha Santa.

Vou também ouvir falar de Bandarra, o sapateiro adivinho, o homem das profecias. A sua casa fica em frente à Sinagoga na zona histórica de Trancoso.  E irei ver ao vivo e a cores como se fazem as sardinhas doces, uma iguaria da nossa maravilhosa doçaria conventual. Dizem-me que são uma delícia, vou poder comprovar. 

Fiquem bem.

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