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21
Out18

Voluntariado de proximidade, precisa-se!


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 Foto retirada da Internet

 

Há uns tempos pensava inscrever-me na Bolsa do Voluntariado, mas por circunstâncias da vida, fiquei responsável, juntamente com outros familiares, por três idosos da família. Praticamente a precisarem de apoio ao mesmo tempo. Nestes casos concretos, no início necessitavam de um suporte para se poderem manter em casa. Então, de acordo com a vida profissional e familiar de cada um de nós, organizávamos e distribuíamos as tarefas. Só saíram de casa por degradação das condições de saúde. Estivemos lá, até ao fim. Neste momento temos a nosso cargo um desses familiares, que infelizmente está com a saúde a degradar-se a cada dia que passa. Tem oitenta e nove anos. 

Tem sido bastante problemático e difícil de gerir, porque as doenças eram graves. Acabei por adquirir conhecimentos que desconhecia. Por exemplo, qual a forma mais correcta de agir com um doente com Doença de Alzheimer. É uma situação muito difícil e complicada, podem crer.

Continuo a achar o voluntariado oficial indispensável, mas depois desta experiência, defendo que em primeiro lugar devemos procurar ajudar junto do nosso círculo familiar, dos nossos amigos e conhecidos e até dos vizinhos idosos que possam estar a precisar. Se olharmos bem à nossa volta, de certeza vamos encontrar perto de nós quem precise de ajuda, quem por ter dificuldades de locomoção precisa que lhe tragam os medicamentos da farmácia, ou algumas compras do supermercado. São exemplos de pequenas coisas que podemos fazer, que podem representar muito para quem delas necessita. 

Há muitas pessoas idosas ou doentes a viver em completa solidão e carência afectiva, que precisam de alguém que lhes dê algum apoio e atenção, que escute, que converse, que lhe faça um pouco de companhia. Muitas vezes são situações que estão à frente dos nossos olhos, possivelmente no nosso prédio, na porta ao lado da nossa, muitas vezes até na própria família e passa-nos ao lado, não damos conta. 

Voluntariado de proximidade, precisa-se!  Devemos praticá-lo mais. 

Fiquem bem.

 

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